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Transferências internacionais: como o futebol globalizado tem ampliado riscos jurídicos

  • cantoeidelveinadvo
  • 14 de jan.
  • 1 min de leitura

O mercado internacional de transferências de jogadores está em franca expansão e expõe clubes, atletas e agentes a desafios jurídicos complexos. Segundo relatórios da FIFA, quase 12 mil transferências internacionais foram registradas em 2025, com gastos que ultrapassaram US$ 9,7 bilhões, um aumento superior a 50% em relação ao ano anterior.


Em um cenário multibilionário como este, não surpreende que disputas contratuais, questionamentos sobre regras de compensação, solidariedade e direitos de formação ou uso de intermediários venham ganhando protagonismo. As decisões regulatórias de entidades como FIFA e os debates em cortes internacionais, inclusive sobre a compatibilidade de regras com leis de livre circulação de trabalhadores e competição na União Europeia, mostram a crescente intersecção entre direito esportivo e direito internacional.


Para clubes e agentes que atuam no plano internacional, a conformidade com normas regulatórias e a antecipação de riscos jurídicos não são mais opcionais: são fatores determinantes para a segurança de negócios e para a prevenção de litígios no curto e longo prazo.

 
 
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